Sabedoria (cósmica) popular

Vários amigos meus compartilham a opinião de que algumas pessoas que perambulam pelas ruas, na verdade, estão aqui perdidas depois de terem caído de suas naves espaciais. O Sr. Antônio Carlos Ferreira de Sena é vendedor de rua em Salvador e forte candidato a ser resgatado por seus colegas, certamente mais evoluídos que nós.

Depois dessa, não sei se dou um viva à sabedoria popular, à ampliação generalizada da consciência ou às mídias sociais…!

É hora de despertar

Invista 25 minutos do seu tempo neste vídeo. Na velocidade em que estamos vivendo, 25 minutos é um piscar de olhos. E depois dessa piscada, você verá as coisas mais claramente. A mente, o coração, o poder de transformação que está em nós, o pensamento, as ondas sonoras, a natureza, a meditação, o amor. O que tudo isso tem a ver com o mundo ao redor de nós. Você verá.

Este vídeo foi enviado para os participantes de um grupo de expansão da consciência do qual eu tenho a honra de fazer parte. É uma síntese de tudo o que eu acredito e uma grande oportunidade de voltar a escrever aqui, depois de quatro meses.

Quatro meses! Um longo período de mudanças, decisões, desafios, fortalecimento de vínculos de amor e amizade que vêm me ajudando a chegar cada vez mais alto.

Seja bem-vindo ao terceiro ano de Vemos o que Somos.

 

Se os abatedouros tivessem paredes de vidro…

Este vídeo vem circulando por email e no Facebook. As cenas são fortes e a mensagem é clara. Quem coloca um animal no estômago, deve estar ciente do que aquele pedaço de carne traz consigo.

Seja corajoso: ouça e veja o que Paul McCartney e o PETA têm a dizer.

Prato para reflexão.

Sarau

A Lua lá estava, em sua solidão completa, girava e girava, segura de sua imensidão. Julgava-se opaca, sem saber que seus admiradores a viam brilhar e, em pensamento, sonhavam possuí-la. Sem saber que sua força conduzia o movimento de mares e oceanos, continuava no céu, noite após noite, feliz entre as estrelas do universo. Vastidão.

Quando a noite já era dia, distraída em seus pensamentos, notou que não estava só. Ele brilhava muito acima, um brilho amarelo sobre o céu, que tornara-se azul. A Lua sentiu-se iluminar por uma breve manhã. Quem da Terra percebeu, viu a energia pulsante de uma união improvável e bela. Emoção.

Mas a natureza tem suas peças, tudo muda, vira o mês, chega a estação. Antes que o sorriso largo enchesse sua fase mais esplêndida, a Lua arrefeceu. Onde estava o astro que seus sonhos invadiu? Não estava, não podia estar. Estava em outra esfera, entre as nuvens. Ilusão.

Foi quando as estrelas lhe disseram, não derrame suas lágrimas sobre o oceano, já tão cheio de desesperança. Acredite no encontro casual que a próxima manhã há de trazer. Isso não é uma promessa, seguiram dizendo, é a vida como é, feita de surpresas. Compaixão.

E assim foi bailando na pista escura, a Lua, esquecendo-se aos poucos dos momentos iluminados de ternura que viveu. E assim seguiu na sua beleza, impávida, devota aos que esperam dela a luz. Aceitação.

Dedico a publicação desta minha poesia em Vemos o que Somos a
Gabriel Braga, por ter reunido irmãos em noite tão especial, e a
Thaise Hoff Cabral, por ser fonte de incentivo e inspiração.

Absorvente usava a sua mãe

Promessa é dívida! Eu disse que voltaria no assunto e aqui estou.

Testei e aprovei. Finalmente, posso afirmar que sou uma mulher ecológica. Não uso mais absorvente descartável, nem com abas, nem sem abas. Cobertura suave, nem seca. E não uso OB, Tampax ou qualquer tampão do gênero! Mas como? Como!?

Miss Cup, meu bem, a revolução verde daqueles dias.

Fervendo os cups antes do primeiro uso - o meu e o da Anita!

‘Coletor menstrual’ é uma palavra ingrata, mas é isso aí. Você substitui o absorvente interno por um copinho tipo funil, feito de silicone, com o fundo fechado e uma haste embaixo. Dobra o bocal em U, coloca lá e blup! Ele abre lá dentro, na posição perfeita para receber a menstruação e guardá-la sem sujeira. Depois, é tirar e lavar. Lavou, tá novo! Quando termina o ciclo, é só ferver e guardar até a próxima vez.

Eu sei, você tem inúmeras perguntas! Respondendo a algumas delas:

1) Não é fácil! No primeiro uso, tem que ter força de vontade pra não abandonar de cara. Mas depois que você pega o jeito da coisa, não vai mais querer saber de voltar aos métodos do passado. Pra mim, deu um pouco de cólica. Mas acho que era uma questão de encaixe.

2) Não faz sujeira mesmo! É só não bobear na hora que for retirá-lo lá de dentro né (eu ia colocar uma foto dele cheinho, mas achei intimidade demais!).

Amigas menstruadas e felizes com a experiência. E Anita (à esq.) diz mais: "num caso de amor com meu misscup"!

3) A parte mais complicada é realmente tirar o coletor menstrual. O importante é não entrar em pânico! Tem algumas técnicas que vêm descritas no papelzinho dentro da caixa. Uma delas, muito valiosa, é manter a calma mesmo. Além de relaxar e apertar o fundo do funil pra tirar o ar, que sai por três micro furos perto do bocal, eliminando o vácuo (eu posso dar mais dicas pra quem quiser, me escrevam!).

4) Pasmem, nosso sangue mensal não é gosmento e nem tem cheiro! Com o tempo, você entende o seu fluxo e vai saber quando precisa esvaziar o coletor. Eu não passei da metade nenhuma vez.

5) Não tem fiozinho pendurado, gente! E é o fim de quilos de absorvente e papel higiênico que vão pro aterro. E tem mais: você pode adubar as plantas diluindo o seu sangue em um pouco de água. É verdade! Super rico em nutrientes. A Mãe Terra agradece.

Se você quer adquirir um Miss Cup, dá uma olhada no site: www.misscup.com.br. A produção é nacional e por isso ele é mais barato que o Moon Cup: www.mooncup.co.uk/languages/pt/home.html. Antes que alguém comente, eu não sou revendedora! Mas assino embaixo.